
Em qual das duas eu ou vocês se enquandram? Acho que para responder a isto cada um de nós tem, inevitavelmente, que encontrar resposta para outra pergunta:- Quem sou eu?
De acordo com o nosso senso comum, as experiências de cada um, cada alegria, cada tristesa, cada paixão, cada desilusão, poderemos um dia responder a isto.
Eu sei quem sou e vocês? A questão é, se realmente terei necessidade de revelar em qual das duas análises de amar me enquadro. Qualquer uma é viável a uma determinada altura das nossas vidas mas só uma prevalece para o resto da mesma.
A vida pode ser tão cruel ao ponto de nos fazer duvidar da sua preciosidade e importância, mas também pode ser maravilhosa principalmente quando amamos alguém. Considero-me completamente viciado no amor. Amo por ele, ardo por ele, sofro por ele, morro por ele. Passo metade da minha existência a questionar-me se o amor vale a pena e no final chego sempre ao mesmo beco sem saída. Não consigo viver sem amar, sem ser amado. Sem eles sou produtivo, sou responsável, sou uma máquina guiada pelo impulso de fazer e fazer mais. Com eles sou impulsivo, sou louco, não tenho medo de me lançar de cabeça em novas experiências, sou mais bonito. Estar apaixonado é mais do que uma droga, é algo que me confere uma adrenalina inimaginável e inalcançável por qualquer outro meio. O dilema é encontrar a forma mais apropriada de exprimir o nosso amor por alguém. Todos nós já sentimos as terriveis marcas deixadas pelo amor quando este parte.
Quero acreditar que um dia o amor irá durar para sempre, até lá só o tempo saberá.
Quem és tu e como amas?
Sou das que amam demais...
ResponderEliminarAdorei as tuas palavras.
.S.
Sem dúvida, passamos metade da nossa vida a tentar perceber quem somos e o que nos move! Mas temos quase sempre a certeza de que o Amor é uma motivação. É realmente um sentimento grandioso e tal como nós (humanos)com as suas lacunas. Nada é perfeito nem mesmo o Amor.
ResponderEliminarEstive a ler com muita atenção, o que disseste. Do Amor… de ti… E “concluí”, que a frase:
ResponderEliminar“Os que amam demais perdem tudo…”, está muito de acordo com o que penso do amor.
Por “perder” se atinge a totalidade do querer.
É assim que amo. Com a entrega do que de mais profundo poderemos ter em nós…
e não é concerteza o palpável, mas a nossa essência; eu + tu = a Nós.
A todos, com uma imensa e total dádiva.
Da filosofia oriental, se recebem grande lições de vida.
E, quando estivermos livres do ego, do amor próprio, aí sim, estaremos a amar.
É o despojar do ser, que nos permite “fazer” o amor…
Por norma e erradamente esta frase é usada de uma forma inadequada.
De um livro meu, vou dizer-te esta frase, que na realidade só dei bem
por ela, no seu lançamento, após ter sido lida, em voz alta pelo Editor:
“Ama-te em mim até ao desprendimento…”
Na realidade (e não há verdades absolutas), o que se deseja, quase sempre, é ser amado.
E a importância da “quantidade” de amor que damos?, onde se enquadra?...
Desde sempre, que gostei mais de dar, do que de receber.
É tão bom ver o sorriso de quem nada espera.
E nesse momento, sabemos que não devemos desejar nada, pois quando nos dão algo,
é a “cereja do bolo”.
Recebemos sem ter pedido… sem ter criado expectativas.
Quando particularizas, entras num outro campo. “Amar alguém…”
“… terríveis marcas deixadas pelo amor quando este parte”.
O Amor nunca parte! Ele É… Está… e será Eterno!!!
É óbvio, que se pode discordar… mas quando amas,
o que em ti fica de alguém, vai permanecer, no teu AND,
como o que comes ou bebes.
E vais ser outro, sempre que amares, uma… duas… ou mais vezes…
elas serão sempre a mesma.
És tu que mudas… e é bom quando se dá conta, de que essa mudança,
nos tornou melhores. Mais amantes...
E o Universo está logo ali, há tua espera.
Beijos da Judith