
Os teus olhos tocaram impacientemente as minhas costas,
virei-me e o teu sorriso inundou o meu peito de paz.
A tua presença fazia-se notar por entre o mar de pessoas,
o teu brilho fazia escurecer o espaço à tua volta.
Aproximaste-te de mim,
o teu rosto pareceu-me familiar e o meu corpo parecia conhecer-te de outros tempos.
Falámos numa língua silenciosa,
a linguagem dos sentidos.
Já sabias o meu nome
quando te perguntei o teu disseste que não era importante
que por agora o manterias em segredo.
Com a ponta dos dedos tocaste-me nas pálpebras e eu fechei os olhos
o meu coração parou por alguns segundos
uma surdez apoderou-se de mim.
Abri de novo os meu olhos
já não estavas.
Partiste da mesma forma como chegaste.
Será que voltarei a ver-te?
Assim espero...
26-02-10
(Sérgio Minhós)
virei-me e o teu sorriso inundou o meu peito de paz.
A tua presença fazia-se notar por entre o mar de pessoas,
o teu brilho fazia escurecer o espaço à tua volta.
Aproximaste-te de mim,
o teu rosto pareceu-me familiar e o meu corpo parecia conhecer-te de outros tempos.
Falámos numa língua silenciosa,
a linguagem dos sentidos.
Já sabias o meu nome
quando te perguntei o teu disseste que não era importante
que por agora o manterias em segredo.
Com a ponta dos dedos tocaste-me nas pálpebras e eu fechei os olhos
o meu coração parou por alguns segundos
uma surdez apoderou-se de mim.
Abri de novo os meu olhos
já não estavas.
Partiste da mesma forma como chegaste.
Será que voltarei a ver-te?
Assim espero...
26-02-10
(Sérgio Minhós)